segunda-feira, 14 de março de 2011

ECONOMIA CRIATIVA



Esse modelo de economia cultural surgiu na Inglaterra adicionando múltiplas expressões da cultura. O MINC entende que agregar simultaneamente diversos atores, produtores e expressões da cultura, envolvidos em determinado trabalho de um setor cultural e em qualquer ponto deste país, constitui fator determinante para o desenvolvimento e fortalecimento da cultura local, geração de empregos e aumento da economia. O lema é: a união faz a força, onde os diversos seguimentos envolvidos trabalham coletivamente e em consenso. Um exemplo são as Romarias do Padre Cícero em Juazeiro do Norte-CE. O evento religioso atrai quase dois milhões de pessoas todos os anos; os diversos seguimentos da economia, cultura e turismo se reúnem para traças metas que contemplem todos os setores, garantindo o fortalecimento da economia local com a geração de milhares de empregos. Acredito que esse seja um bom exemplo por que o setor cultural da cidade e região, seja das grandes organizações ou pequenos empreendedores, ganha todo o apoio e incentivo da secretaria municipal de cultura e com isso cresce a cada ano. Acho esse, um exemplo de Economia Criativa e acredito que com a criação da Secretaria, esses movimentos ganharão mais êxito e fortalecerá as secretarias municipais na captação de recursos. A existência da Secretaria municipal possibilita a articulação com os entes estadual e federal na efetivação das políticas previstas no Plano e Sistema Nacional de Cultura. Mas é preciso que existam ainda o Conselho e o Plano Municipais de Cultura e que sejam acima de tudo atuantes, o que infelizmente  não acontece na maioria dos municípios.

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